Force India
Pilotos:
20 - Adrian Sutil (ALE) e 21 - Giancarlo Fisichella
(ITA)
Reserva: Vitantonio Liuzzi (ITA)
Nacionalidade: Índia
Base: Silverstone (ING)
GPs disputados: 0
Pódios: 0
Vitórias: 0
Melhores voltas: 0
Pontos: 0
Temporadas: Estréia este ano
Títulos (pilotos): Nenhum
Títulos (construtores): Nenhum
Chefe: Collin Koles
Modelo: VJM01
Motor: Ferrari V8 056 2398cc
Transmissões: Semiautomática
de 7 velocidades
Combustível: Elf
Pneus: Bridgestone
Site oficial: www.forceindiaf1.com
Comentário: Equipe estreante na categoria
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| Retrospecto
na categoria:
2007: 19º (Um ponto/Spyker)
Desempenho (até o GP da Austrália
de 2008):
GPs: 18
GPs completados: 11
Pódios: 0
Chegadas com pontuação: 1
Abandonos: 7
Vitórias: 0
Poles: 0
Voltas mais rápidas: 0
Pole e Vitória em uma mesma corrida: 0
Pole, Vitória e Volta mais rápida em
uma mesma corrida: 0
Trajetória: O alemão
começou a aparecer no mundo do automobilismo em 2002,
quando conquistou 12 poles e 12 vitórias no Campeonato
Suíço de Fórmula Ford. No ano seguinte,
passou para a Fórmula ADC BMW, mas não teve
um desempenho tão bom e fechou o ano como sexto colocado
na classificação.
A fase ruim seguiu no ano seguinte, quando foi
apenas o 15º colocado na F3 Euroseries. Em 2006, porém,
voltou a conseguir mostrar seu potencial e acabou como vice-campeão
da categoria.
Com boas relações com Collin Kolles,
chefe da MF1, conseguiu ser o piloto das sextas-feiras em
três corridas de 2006. Ao mesmo tempo, sagrou-se campeão
da F3 Japonesa e garantiu um lugar na Fórmula 1, categoria
na qual fez apenas figuração no ano passado,
apesar de, dentro das limitações de seu equipamento,
ter se mostrado um piloto rápido.
Expectativa: Deve continuar
figuraando entre os últimos do grid.
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Retrospecto
na categoria:
2007: 8º (21 pontos/Renault)
2006: 4º lugar (72 pontos/Renault)
2005: 5º (58 pontos/Renault)
2004: 11° (22 pontos/Sauber)
2003: 12º (12 pontos/Jordan)
2002: 11º (7 pontos/Jordan)
2001: 11º (8 pontos/ Benetton)
2000: 6º (18 pontos/ Benetton)
1999: 9º (13 pontos/Benetton)
1998: 8º (16 pontos/Benetton)
1997: 9º (20 pontos/Jordan)
1996: 17º (0 pontos/Minardi)
Desempenho (até o GP da Austrália
de 2008):
GPs: 196
GPs completados: 130
Pódios: 18
Chegadas com pontuação: 72
Abandonos: 66
Vitórias: 3
Poles: 3
Voltas mais rápidas: 2
Pole e Vitória em uma mesma corrida:
2
Pole, Vitória e Volta mais rápida em
uma mesma corrida: 0
Trajetória: Fisichella
começou sua carreira durante os anos 80 no kart, de
onde partiu para a disputa da Fórmula 3 Italiana, categoria
em que ficou durante três temporadas e se sagrou campeão
em 1994. A vitória lhe rendeu um convite da equipe
Alfa Romeo para o campeonato de Internacional de Turismo (DTM).
Isso, no entanto, não o separou dos fórmula
e o italiano fez a sua estréia na Fórmula 1
em 1996, na Minardi, quando teve a missão de substituir
seu compatriota Giovanni Lavaggi.
Apesar de ter encerrado a temporada sem pontuar,
Fisico, como é conhecido, conseguiu uma vaga na Jordan,
onde passou a chamar a atenção após uma
segunda colocação no GP da Bélgica e
de liderar boa parte do GP da Alemanha de 1997. Terminou ano
na nona colocação e foi chamado pela Benetton,
conquistando a primeira pole de sua carreira.
Os resultados apresentados, fizeram de Fisichella
a grande "promessa" da Fórmula 1. Porém,
1999 foi um ano ruim para o italiano, que encerrou o campeonato
apenas na nona colocação. Mais duas temporadas
discretas se seguiram e Fisichella acabou voltando à
Jordan. Após um 2002 ruim, ele finalmente conquistou
a primeira vitória de sua carreira, no GP Brasil de
2003, mas a motivação do piloto sucumbiu aos
problemas de confiabilidade da escuderia irlandesa.
Uma nova esperança se formou para Fisico
em 2004, quando ele fechou com a Sauber. A adaptação
do carro C23 aos pneus Bridgestone, no entanto, não
foi nada boa e o italiano passou a ter um desempenho ruim
nos treinos qualificatórios. Por outro lado, foi aí
que apareceu uma boa oportunidade de ele mostrar seu talento:
largando de trás, ele fazia corridas de recuperação
e ultrapassava muitos oponentes, chamando novamente a atenção
de seu ex-chefe
Flavio Briatore então o convidou de volta
à Renault para um contrato de dois anos. O italiano
começou bem 2005 e logo na primeira corrida do ano,
em Melbourne, ficou com a vitória. Porém, pouco
a pouco passou a ser ofuscado pelo brilho de Fernando Alonso,
que viria a se tornar campeão do mundo, e foi apenas
quinto colocado no Mundial. Em 2006, repetiu a performance
da temporada anterior e no ano passado, quando finalmente
teve a chance de ser o número 1 da equipe, não
aproveitou a oportunidade e acabou superado pelo novato Heikki
Kovalainen.
Expectativa: Em franca decadência,
aceitou contrato com uma equipe pequena apenas para se manter
no grid, mas não deve sair das últimas posições.
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