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Retrospecto na categoria:
2007: 13º (Oito
pontos/Toyota)
2006: 12º lugar (15 pontos/Toyota)
2005: 7º (43 pontos/ Toyota)
2004: 6° (46 pontos/ Renault)
2003: 8º (33 pontos/ Renault)
2002: 8º (9 pontos/ Renault)
2001: 9º (12 pontos/ Jordan)
2000: 10° (6 pontos/ Jordan)
1999: 12º (7 pontos/ Prost GP)
1998: 15º (um ponto/ Prost GP)
1997: 15º (3 pontos/ Minardi e Prost
GP)
Desempenho (até o GP do Japão
de 2008):
GPs: 199
GPs completados: 130
Vitórias: 1
Poles: 3
Pódios: 8
Chegadas com pontuação: 63
Abandonos: 69
Voltas mais rápidas: 1
Pole e Vitória em uma mesma corrida:
0
Pole, Vitória e Volta mais rápida em
uma mesma corrida: 0
Trajetória: Teve um
início arrasador no kart e foi convidado por Flavio
Briatore a assumir um lugar no Campeonato Alemão de
Fórmula 3. Campeão da categoria em 1996, ganhou
sua primeira oportunidade na Fórmula 1 na temporada
seguinte, quando substituir o brasileiro Tarso Marques na
Minardi e Olivier Panis na Prost GP. Ganhou um lugar na equipe
francesa, de onde foi para a Jordan no ano 2000. Duas boas
temporadas na Jordan lhe renderam uma vaga na Renault.
Apesar de ir evoluindo ano a ano na equipe de Flavio Briatore,
o melhor que Trulli conseguiu foi a sexta colocação
no Mundial 2004, quando marcou 46 pontos. Liberado pela Renault,
o italiano assinou com a Toyota em 2005. Após um bom
começo de temporada, seu desempenho caiu com o decorrer
do ano e ele fechou a classificação geral na
sétima posição. Nas duas últimas
temporadas teve um desempenho ruim e sequer ficou entre os
dez melhores da calssificação.
Expectativa: Mais uma vez deve
sofrer com um carro ruim nas mãos. O grande objetivo
é chegar na zona de pontuação
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Desempenho (até o GP do Japão
de 2008):
GPs: 20
GPs completados: 16
Vitórias: 0
Poles: 0
Pódios: 1
Chegadas com pontuação: 5
Abandonos: 4
Voltas mais rápidas: 0
Pole e Vitória em uma mesma corrida:
0
Pole, Vitória e Volta mais rápida em
uma mesma corrida: 0
Trajetória: O alemão Timo
Glock está tendo um privilégio que poucos conseguem
na Fórmula 1: uma nova oportunidade na principal categoria
do automobilismo mundial. Em meados de 2004, o piloto chamou
a atenção de Eddie Jordan depois de conseguir
vencer três corridas da Fórmula 3 Euroseries
no ano anterior e ganhou uma vaga de reserva na equipe irlandesa.
Problemas no contrato do italiano Giorgio Pantano fizeram
com que o debut de Glock na Fórmula 1 se desse no GP
do Canadá. Depois de se classificar na 16ª posição,
ele terminou a prova em 11º lugar, mas foi considerado
o sétimo colocado por conta da desclassificação
dos carros da Williams e da Toyota por conta de irregularidades
no sistema de refrigeração dos freios.
Na prova seguinte, Glock voltou ao cargo de testador na prova
seguinte e assim ficou até as disputas das três
últimas provas da temporada (China, Japão e
Brasil), quando foi promovido novamente para o lugar do italiano.
Porém, não alcançou muito destaque e,
sem propostas, partiu para a Fórmula Indy em 2005,
categoria na qual terminou o campeonato em oitavo lugar e
foi denominado o “Rookie do ano”.
A criação da Fórmula GP2 se mostrou
uma nova oportunidade para Glock, que voltou à categoria
de acesso em busca do sonho de estar na Fórmula 1.
Terminou a temporada de 2006 na quarta colocação
e chamou a atenção da BMW Sauber, que o chamou
para ser piloto de testes no ano passado, período no
qual continuou na GP2, onde ficou com o título. Sem
chances na escuderia alemã, conseguiu a liberação
de seu contrato e assinou com a Toyota, equipe com o maior
orçamento da categoria.
Expectativa: Ex-piloto de motocross, Timo Glock já
mostrou seu valor nos monoposto, mas passará por uma
grande teste este ano, visto que tudo indica que a Toyota
mais uma vez não conseguiu construir um bom carro para
a temporada. Luta para superar seu companheiro Jarno Trulli.
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